terça-feira, 28 de maio de 2013

A HOLANDA PODE PROVOCAR O COLAPSO DO EURO

Como se as preocupações não fossem já imensas, o que acabo de ler no El Economista (Diário Económico de Espanha) deixou-me mais céptico pelo que possa vir a acontecer nos próximos tempos. Talvez se tenha de esperar um ano mais, talvez dois, mas a queda ganha ritmo e o sistema financeiro perde estabilidade a cada dia.
A 

será o primeiro País Central Europeu a estourar e isso significará demasiada crise para o Euro.
A bolha imobiliária estourou, o País está em recessão, o desemprego sobe e a dívida dos consumidores é de 250% do rendimento disponível.
O grande aliado da Alemanha na imposição da austeridade por todo o continente europeu começa a provar o amargo da sua própria receita.
Se tiver curiosidade leia o artigo completo no seguinte link:

SE FOSSE ESTE O FUTURO TREINADOR DO SLB?


MICHAEL LAUDRUP           

segunda-feira, 27 de maio de 2013

OS OPINIONS MAKERS PROFISSIONAIS


Emitir opinião não é censurável. Todos nós o fazemos nos nossos círculos familiares e de amigos, com maior, ou menor, sustentação. Mas quando essa opinião é exposta nos meios de comunicação social "o caso muda de figura" pois tem uma outra dimensão. Estou a falar dos "opinions makers profissionais" que por aí vão proliferando e com a agravante de que são pagos para isso confundindo muitas vezes os mais incautos que, infelizmente, são a maioria. Basta estar minimamente atento para o confirmar.  Muitos apresentam-se como  se nunca tivessem tido responsabilidades, e contribuído, para onde isto chegou. Vêm de vários sectores, inclusivamente do Conselho de Estado, e...não são tão poucos como isso. Também o faço, estou consciente disso, mas a um nível que "nem aquece nem arrefece".
Vem isto a propósito da entrevista que o Professor Doutor João César das Neves concedeu ao Diário de Notícias, hoje publicada. Sem ter a presunção de pôr em causa o conhecimento académico e científico do entrevistado, não posso, todavia, deixar de  relembrar que este Catedrático é mais um a "mandar bitaites" como se "as enormes dívidas dos últimos vinte anos" não tivessem tido  os "alicerces" uns anos mais cedo, precisamente quando ele era Assessor do Ministro das Finanças, Miguel Beleza (1990) e Assessor Económico do Primeiro-Ministro, Cavaco Silva (1991-1995).
No entretanto, o que este eminente académico pretende é "tapar o sol com a peneira". Não o refere na entrevista mas escreveu-o, em Fevereiro de 2009, que, "há uma diferença entre o betão cavaquista e o socrático: a lógica económica. Nos anos oitenta o País estava atrasado e carente de infra-estruturas". Portanto, na sua óptica, justificou-se o gasto desenfreado dos dinheiros que chegavam "às resmas", sem olhar quem no futuro teria de o pagar. Exemplos são vários das obras levadas a cabo com dinheiros "dos outros": O CCB, a Expo 98, auto-estradas, que hoje se encontram vazias, e comboios às moscas, ou retirados de onde há pouca gente, de entre muitos. 
Mas há outra questão que não gostaria de deixar de citar quando afirma, a dado momento, que "quando uma geração concede a si própria benesses superior ao que pôs de parte, não se deve admirar que mais tarde isso seja cortado". Então Sr. Professor porque não alertou os seus "chefes", no devido tempo, que isto poderia acontecer e, desse modo, não teriam publicado as leis que permitiram os vários estatutos sócio-profissionais e remuneratório da Administração Pública e a lei que permitiu a Aposentação dos Funcionários Públicos com trinta anos de serviço, etc, etc, etc? 
É preciso descaramento, Sr Professor Doutor João César das Neves, afirmar, como já o fez, que "o Povo é que é culpado de viver acima das suas posses".
Não o escrevo, mas apetece-me lembrar o que o Almirante Pinheiro de Azevedo, Primeiro-Ministro, afirmou uma vez à saída de um Conselho de Ministros: "vá...".   


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FONTE DOS AMORES - PORTALEGRE

Afinal, ainda há espaços que nos fazem recordar a nossa infância e adolescência. Quantos, da minha geração, aqui deram o primeiro beijo de amor? Não tenham vergonha e divulguem as histórias, quanto possível, de momentos aqui vividos.



domingo, 26 de maio de 2013

A FALSA HUMILDADE É BEM PIOR DO QUE A VAIDADE ASSUMIDA

senhores LUÍS FILIPE VIEIRA e JORGE JESUS:
A grandiosidade dum Clube mede-se por títulos e não por promessas. Em quatro épocas um Campeonato e três Taças da Liga é muito pouco, comparado com o "gozo" que é dado a outros.
Primeira vez é falta de sorte;
Segunda vez é azar a mais;
Mas, uma terceira vez é...FALTA DE COMPETÊNCIA


BENFICA UMA VEZ, BENFICA PARA SEMPRE.
  

sexta-feira, 24 de maio de 2013

PORTALEGRE NO SEU "MELHOR"

A noite passada sonhei, como acontece com o comum dos mortais. Por norma, não costumo partilhar os sonhos, nem tão pouco com quem me acompanha há mais de quarenta anos. 
Mas, desta vez, o sonho pareceu-me muito "real" e, por isso mesmo, gostaria de o partilhar convosco.   
Novembro de 2009. A multidão "Lagóia" aglomera-se perto do IP2 para assistir à inauguração de um empreendimento com uma área bruta de vinte e um mil metros quadrados, com cerca de setenta lojas, uma Praça de Restauração e um Parque de Estacionamento para mais de setecentos lugares.  
Os Portalegrenses estavam eufóricos. Extravasavam o seu contentamento ao som da Banda da Euterpe e do trovejar dos foguetes pois, finalmente, Portalegre passaria a ter um Shopping como as outras Capitais de Distrito. O prometido estava a ser concretizado, como aliás "o foram todas as outras promessas".  
Entretanto, acordei. Rapidamente, preparei-me para me dirigir ao local com o objectivo de confirmar, "in loco", se teria dormido tantos, tantos anos, que nem dei pelo "desenvolvimento" da minha Cidade.
E o que vi no local, em Maio de 2013?

UM SENTIDO OBRIGATÓRIO

UMA ROTUNDA

UM SUPERMERCADO

E MAIS UMA ILUSÃO

UM SONHO


MIRADOURO NA SERRA DE PORTALEGRE

Em ano de Eleições Autárquicas talvez fosse oportuno que, cada um de nós, meditasse sobre a importância que tem o seu voto, para que não voltemos a eleger quem nos possa fazer sentir envergonhados, e humilhados, por ter deixado ao abandono Patrimónios Municipais tão valiosos e tão dignificantes como este (e outros que já publiquei) que outrora foi um dos mais divulgados Postais Ilustrados da Cidade de Portalegre.    







quinta-feira, 23 de maio de 2013

CLUBE DE TÉNIS - DISCOTECA INFINITO

Mais uma infra-estrutura, erguida nos anos sessenta com financiamento da FNAT (antecessora do actual INATEL) abandonada. 



FESTA DOS AVENTAIS - PORTALEGRE

Outrora local onde tinha lugar a Festa dos Aventais, na quinta-feira da Ascenção. Romaria que juntava centenas de pessoas, algumas das quais se deslocavam, propositadamente, para participarem numa das Romarias mais atraentes em Portalegre. Posteriormente, passou a ser um Parque de Campismo que durante o Verão tinha muitos visitantes. 
Hoje, o estado em que se encontra este local, é deplorável. São imagens elucidativas do abandono, e desleixo,  a que certa "gentalha" conduziu a minha (nossa) cidade. 




quarta-feira, 22 de maio de 2013

A "CORJA" DOS REFORMADOS DA FUNÇÃO PÚBLICA


A notícia, embora esperada, que acabo de conhecer, enche-me de júbilo como nem as  vitórias do meu BENFICA alguma vez me teriam dado, a acontecer, maior prazer.

Efectivamente, essa "corja" de Reformados (e Activos) da Função Pública que "contribuiu profundamente" para a dívida superior a 122% do PIB Nacional, para "os chorudos depósitos" que têm nas muitas offshores espalhadas pelo Mundo, para os enormes "lucros" e "excelente gestão" dos Conselhos de Administração das Empresas Públicas (e Bancos), para os "excepcionais" negócios das Parcerias Público Privadas, deverá sentir-se "orgulhosa" por lhe ser atribuído o Prémio Nobel da "Imbecilidade" que consta da "voluntariedade " de contribuir com mais descontos para a ADSE e a redução do valor líquido das pensões e remunerações. 

VIVA PORTUGAL E OS PORTUGUESES.
V I V A  

VIVAM OS TIMONEIROS QUE LEVARAM ESTA BARCA, COM SUCESSO, À HONRA E À GLÓRIA, DESDE MCMLXXXVI.
V I V A

ABAIXO OS PENSIONISTAS E FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS QUE LEVARAM PORTUGAL À BANCARROTA.
A B A  I X O

VIVA O JOSÉ JÚLIO DA COSTA.
V I V A

AGRI ET URBI (PORTALEGRE)

O CAMPO E A CIDADE

FOTO OBTIDA EM 22 DE MAIO DE 2013 

QUINTA DA SAÚDE - PORTALEGRE

MAIO DE 2013




ABANDONADO





OSTRACIZADO






DEPLORÁVEL

domingo, 19 de maio de 2013

MAIS UM OBJECTIVO CONSEGUIDO



Abebe Selassié: Se não fosse a "inspiração da nossa Senhora de Fátima" nunca teríamos conseguido concluir a sétima avaliação com sucesso e "lixar" a vida dos Pensionistas e Funcionários Públicos.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

TEM RAZÃO O sr. Pereira


RECORDO O QUE FOI AFIRMADO, NO DIA 2 DE MAIO DE 2013, POR ESTE 
"PORQUINHO, PORQUINHO, PORQUINHO"

«O Campeonato vai ser sujinho, sujinho, sujinho» 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

SEM ESPINHAS


«O Campeonato vai ser sujinho, sujinho, sujinho» 

MAIS UMA VITÓRIA LIMPINHA, LIMPINHA, LIMPINHA...
Ó PORQUINHO, PORQUINHO, PORQUINHO

quinta-feira, 25 de abril de 2013

"OS TRAULITEIROS DA TRAULITÂNIA "

O "Trauliteiro-mor"  pronunciou-se sobre a arbitragem do último Benfica-Sporting numa tentativa de começar a branquear a "excelente perfomance" na época que se aproxima do final. Fá-lo, como de costume, tentando "ironizar" como se tivesse "ética" para o fazer.
Admito, desde o final do jogo do último Domingo, que o SCP terá razão de queixa da não marcação de algumas faltas, na marca do penalty. Todavia, ao serem marcadas, não significaria que a vitória, ou até mesmo o empate, seria o resultado final. Aceito as "lamúrias" dos Sportinguistas se forem correctas e não ofensivas. Mas, ao "trauliteiro-mor", é desagradável ouvi-las, muito menos aceitá-las. 
Este "palrador"  afirmou, no início da semana, que o árbitro João Capela não teria futuro na arbitragem. Claro, como não se trata do Proença, do Olegário ou do Xistra, estes sim verdadeiros árbitros internacionais que têm efectuado "excelentes arbitragens" nos últimos jogos em que participou o SLB, toca de "atirar abaixo" um árbitro que, por acaso ou não, é internacional também, como se a influência do "trauliteiro-mor" se mantivesse como na década de oitenta, e noventa, quando os jogadores "trauliteiros" empurravam e agrediam os árbitros sempre  que as decisões destes punham em causa o resultado. Estou a lembrar-me, de entre outros, de um célebre jogo na Amadora.
O campeonato ainda não acabou e não se sabe quem será o primeiro. Mas, de uma coisa estou convicto: se o SLB for jogar à "Traulitânia", com menos de quatro pontos de diferença, até aposto que se irá assistir a uma repetição do que aconteceu há um ano na CATEDRAL DA LUZ, quando o golo da "vitória" foi marcado...com  o árbitro-auxiliar "distraído". 
FORÇA BENFICA HOJE...E SEMPRE:   

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A CORRUPÇÃO NA ORIGEM DA CRISE

Vale a pena perder(?) pouco mais de 30 minutos para ouvir a intervenção (palestra) do Professor Doutor Paulo Morais. Verdades inequívocas que os Portugueses (pelo menos a maioria) tende a olvidar. Não haverá por cá mais uns quantos Paulo Morais que se disponibilizassem a resolver os problemas do País? 
http://www.youtube.com/watch?v=UK2ugs02o3g


PENSAMENTO DE MIGUEL TORGA (1993)


PORTUGAL É A SÉTIMA ECONOMIA MAIS LENTA DO MUNDO


Austeridade e recessão na zona euro no vermelho são mistura explosiva para o desempenho económico português nos próximos anos.
A economia nacional foi uma das tartarugas do crescimento mundial nos primeiros dez anos do século XXI e prepara-se para repetir a 'proeza' nesta segunda década. Os números do Fundo Monetário Internacional (FMI) só vão até 2018 mas, mesmo excluindo 2011 e 2012, dois anos de recessão, a economia nacional está entre as mais lentas do planeta.
Contas do Expresso a partir das novas previsões do World Economic Outlook publicadas esta semana, durante a reunião de primavera do FMI e Banco Mundial que decorre em Washington, apontam para um crescimento médio anual de 0,9% entre 2013 e 2018.
Pior desempenho só em seis países: Guiné-Equatorial, São Marino, Suazilândia, Micronésia, Itália e Espanha.



sábado, 20 de abril de 2013

"TELEVISÃO REALIDADE"


“O tolo possui uma grande vantagem: está sempre contente consigo mesmo”
Napoleão Bonaparte (1808 – 1873)

Hoje em dia, quando a maioria das pessoas fala de televisão, o assunto principal é “A Realidade”. A curiosidade dos telespectadores já não é acerca de quem é o pai da personagem principal da novela, já não se fala do tema do “talk show” de ontem ou das piadas mais cómicas. Em vez disso, fala-se de quem foi expulso pelo público ou de quem tem maior popularidade. Estou a referir-me, como é óbvio, à saga actual que são os reality show os quais tomaram conta das audiências, a par do futebol. O reality show corresponde a uma tendência da televisão com condições para perdurar no actual contexto dos média. Corresponde a uma forma de activar as audiências, em forma de assuntos fúteis e ligeiros, fazendo as delícias de quem tem de programar todos os dias. Explora, ainda, a expectativa das pessoas comuns de poderem vir a ser figuras públicas.
Mas o mais curioso é que a “televisão realidade” é manifestamente irreal. Há uma tensão entre a manipulação da produção e os comportamentos e estratégias dos concorrentes, o que não invalida que haja coisas imprevistas no programa. Na verdade, os editores e produtores sentam-se durante horas e horas a visionar cassetes, a tecer fios da rede de intrigas e a procurar situações para explorar. A edição estrutura e apura o drama no sentido de explorar a resposta emocional dos telespectadores face aos acontecimentos.
Habituámo-nos a ter duas formas de contar histórias: a comédia e o drama. Acaba por ser como no futebol. Neste, utiliza-se um campo, escolhem-se os jogadores, explicam-se os objectivos e as regras e depois liga-se a câmara para ver o que acontece. Com o reality show é a mesma coisa: escolhe-se o local e os participantes, dá-se-lhes as regras e depois observa-se o seu comportamento.
Há um outro aspecto que me parece bastante evidente como é o facto destes programas exercerem uma influência na opinião pública, promovendo valores e um certo imaginário. Isto consiste numa característica intrínseca deste poderoso meio de comunicação de massas. O facto de as pessoas se exporem por dinheiro, de aceitarem fazer coisas repugnantes, em troca de prémio, promove um certo ideário que corresponde à prevalência do dinheiro e do consumismo. A curiosidade sobre a vida alheia é uma faceta sempre presente na vida em sociedade. Mas, ao surgir na televisão, atinge outro significado. Não é o mesmo que algumas pessoas se encontrarem à volta do tanque público para lavar roupa suja e coscuvilharem sobre um determinado contexto. Todavia, se isso é feito para todo o País, em directo e horário nobre, a coisa é diferente. Há algo mais profundo do que bisbilhotice. Quando se fala em reality show pensa-se em espectáculo, em entretenimento, em jogo, sendo que alguns centram-se na exploração da vida privada. Mas nem tudo é negativo. Uma componente interessante é a denúncia dos problemas do quotidiano, dos problemas de certos grupos sociais, de certas pessoas que vivem situações difíceis, que não encontram solução, e que o reality show projecta publicamente. Mas, no fundo, o que as pessoas querem ver é quem vai ganhar, quem vai perder e as estratégias dos concorrentes. Para muitos, não se trata senão de um concurso, muitas vezes de mau gosto e pouco lúdico. Mas o povo gosta e a televisão oferece. É a consequência lógica da tirania da consciencialização das massas, da globalização do pensamento único, da necessidade de criar emoções e alimentar o consumismo televisivo, em que os “actores” perdem todo o pudor para exporem os seus sentimentos.