terça-feira, 20 de outubro de 2015

VERA ET FALSA

Espertos e parvos, gente fina é outra coisa, "pés descalços" cheiram mal, inverdades e verdades.
Verdade.
Em Portugal, para a Direita, há duas classes de Partidos: os do "arco da governação" e os outros. Os votos da direita são legítimos os outros não o são. Os primeiros são gerados dentro do casamento, os outros não. Todos têm direito a um voto, mas os da esquerda são menos considerados, são de gente estranha. O Governo legítimo tem que ter a aprovação da maioria do Parlamento mas, se essa maioria for de esquerda, não é legítimo, é um "golpe de Estado". Tenho vontade de chorar, não pelo que está a acontecer, mas por ter ouvido (e visto) o "patriotismo" de PP a abdicar da cadeira número dois em prol do futuro do País. Chorei, choro e chorarei por ter vivido quarenta anos a ver o País progredir, gente feliz com os ordenados e pensões ao nível dos países mais prósperos e, principalmente, o futuro dos meus descendentes assegurado, sem precariedade e
com meios subsistência elevados.
E amanhã é outro dia...o Sol brilhará para todos nós😄

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

POEMA DE RAUL CÓIAS DIAS

Essa coisa da Fé perdi-a há uns anos. Mas respeito quem continua a revelar-se com Ela, cujo exemplo tenho perto de mim. Passei a procurar a esperança de uma maneira introspectiva, o que me leva muitas vezes a recordar factos e ocorrências, verdades e inverdades, traições e coligações, falsos amigos e amigos. Muitos destes últimos, poucos felizmente, são exemplos que procuro entender e seguir, quer estejam ainda entre nós, quer nos tenham deixado para irem para um lugar onde, mais dia, menos dia, para lá iremos todos. Há pouco lembrei-me do Raul e, mais uma vez, sinto um prazer enorme em partilhar um poema dele:
REVELAÇÃO
Curvo-me sobre mim e comovido,
Registo o pensamento no papel,
E as palavras revelam-me o sentido,
Do meu destino, doces como mel.

Tudo quanto aqui tenho vivido
Sonhos, alegrias, lágrimas de fel,
Não passa de um milagre repetido,
Sem que Quem o fez, se me revele.

Mas descubro estas pequenas maravilhas,
Versos de uma ternura branda e singular,
Como o sabor dos beijos das minhas filhas,
Ou da suave mansidão das ilhas,
Em noites, de muito amor e de luar.
E vejo então que és tu, Senhor, e brilhas!











quarta-feira, 7 de outubro de 2015

GOVERNO DE ESQUERDA ?

Governo de esquerda? Olhe que não, olhe que não, o que seria das nossas criancinhas a serem "comidas ao pequeno-almoço" pelos Comunistas? Temos que garantir, com sustentabilidade, que os nossos jovens possam procriar...lá fora para onde tiveram de emigrar.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

E O "ÁRBITRO", QUE RARAMENTE SE ENGANA E NUNCA TEM DÚVIDAS, NÃO VAI AO 5 DE OUTUBRO

Estou preocupado pela intervenção do "árbitro", antes do jogo começar. Não é que não lhe reconheça "isenção" pois, para quem "nunca tem dúvidas e raramente se engana", longe de mim pôr em causa tão eminente ser pensante. Mas, para quem se está nas "tintas" para participar nas comemorações do 5 de Outubro, levanto a dúvida, ainda que quase insignificante, se não estará o "árbitro" a perder qualidades e desta vez tem mesmo dúvidas e certamente se vai enganar! 
E vamos lá ao engano pois urge pensar antes de o concretizar. Será que o que está em causa é referendar o actual Governo ou referendar as inúmeras asneiras que foram efectuadas pelos seus antecessores, nomeadamente pelo actual "árbitro" que, durante mais de vinte anos, foi principal protagonista quer como gestor das finanças públicas, quer como o homem do leme e, mais recentemente, a olhar para o palácio, perdão... a olhar do palácio. Afinal, o que o Povo quer, traduz-se em votos ou em representantes na casa da democracia? É que uma coisa é o número de votos, outra coisa é haver votos que não contam - como milhares no meu Distrito, devido a essa contagem segundo o método de Hondt - e assim a representação na casa da democracia não representar a vontade maioritária dos eleitores. E isso não é democracia. 
Preocupa-me que o "árbitro" não tenha dúvidas do que vai fazer no dia 5 de Outubro mesmo antes do jogo começar e ainda, o mais preocupante é, sem saber qual será o resultado final - a não ser que as sondagens sejam verdades inequívocas! 
Todavia, estaria preocupado se se tratasse de um árbitro sem experiência, que não tivesse dado provas de isenção na apreciação dos lances e, fundamentalmente, por não ter contribuído para a melhoria das leis do jogo. Mas não há motivos para alarme pois, este "árbitro" em final de carreira, vai manter os seus pergaminhos, não tem dúvidas e não se vai enganar.

domingo, 5 de janeiro de 2014

A MINHA HOMENAGEM AO EUSÉBIO


Não tivesse sido a notícia funesta deste dia, a continuação do meu silêncio manter-se-ia. No entanto, senti que o deveria quebrar como forma de agradecer ao EUSÉBIO os inúmeros momentos de prazer, e alegria, que me concedeu quer com a camisola do SPORT LISBOA E BENFICA, quer com a camisola da Selecção de PORTUGAL.
A primeira vez que tive a oportunidade de o ver jogar "ao vivo" foi no dia 21 de Março de 1962. Tinha então quinze anos. O meu Pai, inveterado Sportinguista, levou-me, nesse dia, ao então Estádio da Luz para assistir à primeira mão das meias-finais da Taça dos Campeões Europeus entre o Benfica e o Tottenham, jogo em que o EUSÉBIO não marcou qualquer golo mas fez uma exibição das melhores que vi, até hoje, fazer a qualquer jogador. O meu Pai, repito, intransigente Sportinguista, disse-me antes, e durante a viagem até Lisboa: "não te levo a ver jogar o Benfica, mas sim a veres jogar o EUSÉBIO". No regresso a Portalegre, recordo-me de O ter ouvido dizer várias vezes que “afinal valeu a pena ter ido a Lisboa...para ver jogar o EUSÉBIO”. Sintomático do que, já nessa altura, o lendário jogador provocava de admiração nos "rivais".
Felizmente, ao longo dos anos foram várias as oportunidades de cumprimentar, e trocar, breves palavras com o EUSÉBIO, a primeira das quais em Castelo de Vide, nos princípios dos anos oitenta, numa deslocação que ele fez para participar num jogo das "Velhas Guardas" do SLB. Em determinado momento, durante o aquecimento, aproximou-se dos limites do relvado onde eu me encontrava com o meu filho Ricardo. Cumprimentei-o e, olhando para os seus joelhos, perguntei-lhe a quantas operações tinha sido sujeito, tendo respondido, com a sua habitual humildade, que tinham sido seis...só ao joelho esquerdo. 
Um outro breve encontro foi no Restaurante da Tia Matilde. Durante vários anos era o Srº Emílio, proprietário do Restaurante, que me comprava os bilhetes para assistir aos jogos internacionais do SLB. No dia 18 de Abril de 1990, acompanhado do meu filho Ricardo, entrei na Adega da Tia Matilde e, perante alguma admiração, ao Balcão do Bar estavam o Humberto Coelho e o EUSÉBIO. Cumprimentei-os, trocámos breves palavras no seguimento da minha afirmação de que tinha enorme prazer em estar na presença de dois enormes jogadores do SLB e que este encontro entendia-o como prenúncio de que iríamos ter uma noite de grande alegria, o que veio a acontecer.  E o Sr. Emílio, como de costume, lá tinha  uma vez mais os meus bilhetes. 
Foram outras as vezes que troquei palavras de circunstância com o EUSÉBIO, nomeadamente enquanto fui Presidente da Casa do Benfica de Portalegre e que, por esse motivo, fui várias vezes convidado a assistir a jogos no Camarote da Presidência do Clube, onde ele sempre estava presente.
Hoje, no dia em que o EUSÉBIO se liberta do Mundo dos Vivos, aqui fica a minha homenagem ao Homem, mas principalmente ao jogador do SPORT LISBOA E BENFICA que me concedeu as maiores alegrias da minha vida desportiva. 
Manuel Alberto Morujo

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ERGUEI-VOS LAGÓIAS

Numa manhã destas resolvi dar uma volta, a pé, pela cidade. Não dei o tempo por mal aproveitado. Há coisas que, por vezes tão perto delas, não observamos com o devido tempo e cuidado. Refiro-me, por exemplo, ao parque habitacional da cidade. É visível a sua degradação. Casas velhas a ameaçarem ruína são em número tão elevado que merecem uma atenção especial e necessitam de uma intervenção imediata. Naturalmente que não é fácil. Mas é um desafio que importa encetar para que não venhamos a ter ocorrências desagradáveis...como já aconteceu. E foi precisamente no coração da cidade que, neste fim-de-semana, encontrei “um velho companheiro dos bancos da escola” e que há muito não via. Como sempre acontece nestas ocasiões, levámos algum tempo a recordar o percurso levado por cada um, nos últimos anos. Passados esses preliminares, o meu “velho companheiro de escola” afirmou-me que era um portalegrense privilegiado. Admirado, perguntei-lhe a razão de tal afirmação. Retorqui-me que, vivendo há vários anos em Lisboa, só assiste de longe ao que por aqui se passa e, pontualmente, sofre com os lamentáveis episódios e ocorrências que em Portalegre se vão dando. Perante o meu ar estupefacto logo acrescentou que era visível a degradação de Portalegre, enquanto centro económico relevante do Distrito e a base de reflexão útil para o nosso futuro colectivo. Após um período em que Portalegre foi estimulante, no qual parecia querer ter uma palavra no desenvolvimento do interior durante a década de sessenta, diversos erros cometidos, assim como alguns dados objectivos, tornaram todo esse esforço incapaz de sustentação e num lugar onde os cidadãos mais novos não se realizam. As manifestações recentes dessa queda inapelável são algumas e tristes. Preferiu não as referenciar, pois são conhecidas de todos. Antes, quis referi-las sob uma formulação mais “elegante”. 
Sabes, disse o meu interlocutor, eu penso que:
- a estratégia de então cedeu à preguiça e à incompetência;
- a cooperação e a ambição derivaram para negociatas e rivalidades "paroquiais";
- a altivez burguesa passou a parolice provinciana;
- a fixação dos melhores e de maior potencial foi vencida pela sua fuga.
O desnorte foi, e vai assim acontecendo, um pouco por toda a parte desde os eleitos à administração até os intelectuais, aos partidos, às elites e, principalmente, aos jovens.
Após as despedidas, cada um se fez ao seu percurso. Meditei então nas palavras trocadas, com o meu “velho companheiro dos bancos da escola”, que me pareceram sensatas e actuais. Na verdade, a degradação não é só do parque habitacional. A degradação do colectivo é muito mais preocupante.
Por isso, o meu apelo às figuras de Portalegre que prosseguem nos seus pequenos territórios a sua actividade económica, social, investigadora e artística, aos “lagóias” que, espalhados pelo país e pelo mundo, souberam granjear reconhecimento - sem deixarem de manter um olhar atento sobre as suas origens - aos anónimos e clarividentes cidadãos de Portalegre, quer sejam “lagóias ou estrangeiros”, para encontrarmos forças para um grito de revolta individual e de um esforço de renovação colectiva. É que, perdoem-me as excepções, não podem ser aqueles senhores aparelhistas partidários, carreiristas políticos, representantes associativos à procura de protagonismo e agentes económicos a tratar dos seus negócios particulares os que moldam a nossa imagem e falam em nosso nome. É tempo de em Portalegre haver respeito pela liberdade e condições para derrotar a cobardia, o medo, o comodismo e de criar uma sociedade em que os poderosos não enriqueçam à custa dos desfavorecidos. 
Manuel Morujo
Nov.2004

sábado, 19 de outubro de 2013

DE QUEM É A CULPA?

Os PENSIONISTAS, principalmente os da Função Pública, são os grandes culpados da situação actual. Sim, essa GERAÇÃO que vagueia à superfície da Terra sem nada produzir, que se arrasta pelos cafés e pelas salas de convívio - quando não em GUETOS aguardando que um qualquer HADES os venha buscar ; sim, essa CASTA de malfeitores que mais não faz do que dizimar o ERÁRIO PÚBLICO para o qual nunca contribuíram; sim, essa ESTIRPE consumidora dos Serviços de Saúde que só se sente bem(?) a engrossar as filas dos Centros de Saúde e dos Hospitais; sim, essa OBSOLETA gente que anda em contra-mão pelas AUTO_ESTRADAS e pelas SCUTS, obrigando os automobilistas a circularem pelas estradas secundárias; sim, essa ARCAICA multidão que tem o descaramento de ajudar os filhos e os netos que, em vez de trabalharem ou estudarem, preferem viver "acariciando" os ascendentes; sim, o que andam por cá a fazer senão a contribuírem para o défice público, obrigando GENTALHA amiga, solidária e honesta a ajudar a sobreviver AGIOTAS e LARÁPIOS?  
Vamos DIZIMÁ-LOS reduzindo-lhes as pensões, aumentando-lhes os serviços essenciais, obrigá-los a comportarem-se como "gente crescida", e não como "crianças de terceira geração", de modo a sentirem o que "custa a vida". "Trabalhos forçados" para todos, que "dobrem a espinha", se "quiserem peixe, molhem o traseiro", se "quiserem bolota que trepem"....
É o que vocês, ESTIRPE ODIOSA, querem, mas a nossa resposta é esta: 
TOMEM

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

VAMOS TODOS BRINCAR ÀS CRIANCISES,

VELHARIAS, IDOSOS, PENSIONISTAS...
ESTÃO A FAZER DE VÓS CRIANÇAS MAL PORTADAS, POR GASTAREM MAL O DINHEIRO EM CHOCOLATES E GULOSEIMAS. POR ISSO, VÃO TER A MESADA DIMINUÍDA.


sábado, 12 de outubro de 2013

CORRUPÇÃO EM PORTUGAL? OLHE QUE NÃO.

Decorreu ainda pouco tempo desde que um eminente economista do F.M.I. afirmou: “se em Portugal não houvesse uma tão elevada taxa de corrupção, o nível de vida dos Portugueses seria idêntico ao dos Finlandeses”. 
Se adicionarmos a esta declaração as recentes entrevistas do Vice-Presidente da Câmara Municipal do Porto, 
à revista “Visão” e do Deputado João Cravinho, ao matutino “Público”, ficamos a saber que perverter, viciar, seduzir e subornar são termos do léxico Português, muito mais usados do que aquilo que imaginamos. 
Ou, escrito de outra forma, a CORRUPÇÃO anda por aí.
Na verdade, o primeiro, que é responsável pelo pelouro do Urbanismo, tem a coragem de afirmar ainda no exercício das suas funções que “negócios imobiliários financiam dirigentes, campanhas e partidos”. E vai mais longe ao denunciar que os pelouros do Urbanismo estarão a transformar-se nos “coveiros da democracia e os partidos nas casas mortuárias”, o que não deixa de ser motivo de grande preocupação, pois mostra-nos um regime podre e com promiscuidades preocupantes.
Mas a afirmação mais objectiva, elucidativa e surpreendente, de Paulo Morais, é que “o Urbanismo é, na maioria das Câmaras, a forma mais encapotada e sub-reptícia de transferir bens públicos para a mão de privados”.
Quanto ao segundo, que desempenha no Parlamento as funções de Presidente da Comissão de Economia e Finanças, afirmou, sem evasivas, que “nos últimos vinte anos nenhum Governo enfrentou, a sério, o problema da corrupção”. Vindo de quem vem esta frase, não deixa de ser elucidativo que há mesmo corrupção no País e que, ex - Primeiros – Ministros como Cavaco Silva, António Guterres e Durão Barroso, não criaram todos os mecanismos para evitar que esta “praga” se desenvolvesse. Recordo que, este antigo Ministro das Obras Públicas, já não é a primeira vez que, publicamente, aborda esta questão. Fê-lo, há uns anos, denunciando o que se passava na antiga Junta Autónoma das Estradas (J.A.E.), hoje Estradas de Portugal (E.P.), o que chegou a levar a Tribunal o antigo Presidente, Garcia dos Santos. Pouco se provou e o assunto caiu em esquecimento, por falta de provas.
Naturalmente que as afirmações referidas, em plena campanha eleitoral autárquica, levarão os cidadãos a pensar se a “doença” estará espalhada pelo território nacional ou se, por outro lado, está concentrada só nas grandes urbes. Todavia, a ponta do véu está levantada. Agora, deverão ser accionados os mecanismos para a execução de uma política nacional anti – corrupção, centrada na prevenção e inspecção por parte do Governo e na averiguação e obtenção de provas por parte do Ministério Público. O Povo Português deverá estar atento e não pode permitir que as assimetrias, entre os que dependem dos empregos - os eternos sacrificados - e os outros, que usam os poderes públicos, se acentuem. Temos tido alguns exemplos em que a justiça tem sido imparável, quando encontra provas, como nos casos recentes da Brigada de Trânsito e no caso conhecido como “as facturas falsas”. Se existe promiscuidade entre as diversas forças políticas, dirigentes, famosos escritórios de advogados e certos grupos empresariais, como afirmou Paulo Morais, urge pôr cobro, o mais rapidamente a esse estado de coisas, para que o regime não seja posto em causa. Os vestígios do corporativismo ainda são evidentes e, se não forem atacados, continuarão a arruinar o País. Por isso, o Governo não deverá ceder a interesses e movimentações que possam pôr em causa o regime democrático, sob pena de voltarmos a ser um País adiado e sem futuro. 
MANUEL MORUJO
(Publicado no Distrito de Portalegre em 16.09.2005)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

MEIRA SOARES, SEM PAPAS NA LÍNGUA, "BATEU COM A PORTA AO GOVERNO"

Virgílio Alberto Meira Soares, Presidente da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior desde 1995 "bateu com a porta".
Brilhante aluno, na década de sessenta, no Liceu Nacional de Portalegre, tem um currículo invejável e a ele se deve, entre muitas coisas, o facto de ter criado a Escola Superior de Educação de Portalegre, nos princípios dos anos oitenta, quando era Secretário de Estado do Ensino Superior
FOTO DE 2001

segunda-feira, 8 de julho de 2013

DA CORRUPÇÃO À CRISE, QUE FAZER?

Há dez anos que acompanho este Senhor
Vale a pena disponibilizar 11€ para ver (e ler) preto no branco a verdade das verdades, ou melhor, conhecer o que certa "gentalha" à pala da democracia enganou o Povo. E a justiça "aos costumes disse nada" ou muito pouco para a gravidadde da situação. 

A QUEM ESTARÁ O PP A MANDAR A MENSAGEM?

Paulo Portas "goza" com isto tudo 
Menino traquina, mal-educado

segunda-feira, 24 de junho de 2013

SOTAQUE OU FONÉTICA

ALENTEJO

LISBOA
Os Alentejanos andaram muitos anos a ouvir anedotas, e não só, oriundas dessa "estirpe" intitulada por Lisboetas ou "Alfacinhas".
Sem respeito muitas vezes, por aquilo que se denomina sotaque, uma das anedotas (adivinhas?) que mais me incomodou, ao longo dos anos, foi a seguinte:



-Sabes onde é que os Alentejanos colocam o i de leite? 
-Não!
-Colocam-no no café(i)...ah,ah,ah
Depois de ultimamente ter estado um pouco mais atento à pronúncia desse "grande comunicador crítico, ou não crítico, criador, ou não de casos políticos, qual Ferrador, uma no cravo, outra na ferradura" de seu nome MRC, descobri uma nova adivinha dedicada aos que ao longo dos anos nos "tentaram gozar":
-Sabes onde é que os Lisboetas colocam o i de dizer?
-Não!
-Colocam-no no (i)moção, (i)xemplar, (i)vidente, etc. Ah,ah,ah...

sexta-feira, 21 de junho de 2013

ABRAM OS OLHOS

D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas Portuguesas, aconselhou  hoje no final da Missa Oficial da XXXII da Peregrinação da Diocese das Forças Armadas, na presença dos Ministros Aguiar-Branco e Miguel Macedo, que "vejam o caso do Brasil, abram os olhos. O Povo quer educação, saúde", numa alusão aos recentes acontecimentos verificados em cidades Brasileiras.
O Bispo das Forças Armadas afirmou ainda que "o Governo não pode agradecer a resignação a quem sofreu tanto"  porque "era o que Salazar pedia e eu não aceito a resignação em nome da minha cultura cristã e humana. Quando as pessoas desempenham funções importantes para a Pátria é importante meditar sobre os valores dessas funções. Vejo que pessoas que hoje ocupam cargos no Governo são incapazes de dizer pobre... apesar de termos dois milhões nessa situação".
Sobre a actual situação da Educação em Portugal, o Bispo disse ainda que, "a docência como classe, está abandonada. Fizeram eles muito bem em ir para a greve. Não quiseram prejudicar as crianças. É preferível que um jovem seja prejudicado um dia pela greve do que todos os dias por um sistema público de Educação que é um remendo e uma insensatez em muitas coisas".

sexta-feira, 14 de junho de 2013

UM POVO QUE NÃO "SE VAI DA LEI DA MORTE LIBERTANDO"


Quem não lê, não quer sa­ber. Quem não quer saber, quer errar.
Padre António Vieira (1608-1697)

Dou por mim com veia filo­sófica (sem o ser ou pretender vir a sê-lo) e com uma atitude de espírito que se desenvolveu com as noções e experiências adquiridas.

As opiniões, que tenho vindo a emitir, resultam da reflexão sobre factos e actos que observo, e constato com alguma preocupação, não só por ter tempo mas também por procurar a verdade, sem contudo a que­rer possuir.

As características essenciais para definir um Povo, uma Sociedade, são, para além de outras, a CULTURA e a EDUCAÇÃO. Estas transmitem-se - ou deveriam transmitir-se - de geração em geração e orientadas no sentido de modificar o comportamento da pessoa humana, instruindo e ENSINANDO.

Tenho para mim que um Povo sem memória é um Povo sem história. E um Povo sem história, não é Povo.

As ocorrências recentes, neste pedaço de terra que D. Afonso Henriques nos legou, são a evidência de que não se aprendeu ao longo dos anos com os erros cometidos. E, embora nunca seja tarde para aprender, certo é que, porven­tura, já é tarde para modificar hábitos, atitudes e comporta­mentos. E, por isso mesmo, estamos na cauda da Europa dos ainda quinze. Vejamos, como exemplo, o que se passa no ENSINO:

É um verdadeiro escânda­lo que em Portugal pouco mais de 9% da população ac­tiva tenha formação univer­sitária, contra os quase 15% da média da U.E. Creio ser ainda mais grave que pouco se tenha alterado a situação com a constatação de  termos passado de uma população de 30.000 es­tudantes no ensino superior, em meados dos anos sessen­ta, para os mais de 400.000, no ano passado. Perante estes dados, questiono qual terá sido a razão pela qual, em quatro décadas, tenha aumenta­do o número de estudantes e o aproveitamento tenha sido nega­tivo? Quanto custa ao erário público a formação, ou melhor, a não formação de quadros im­portantes para o desenvolvi­mento do País? E, mesmo as­sim, como é possível que quase 10% dos actuais de­sempregados sejam licencia­dos? Quem é responsável por haver alunos com média de 18 valores que, para se licenciarem em medicina, tenham de ir para Espanha, quando em Portugal, para os serviços de saúde funciona­rem, é necessário "importar" mé­dicos espanhóis? 
O ensino não vai bem por estas terras lusitanas. E será que alguma vez esteve bem? Os culpados serão sempre os governantes? E os alunos, os professores e os pais, não são eles também os protagonistas em todo este processo? Creio, por isso, que deveríamos estar todos preocupados pois um dia, relegada que seja a nossa história - o que já este­ve mais longe de acontecer - pouco nos resta. Não sendo invertida a situação, estamos longe de criar as condições que orgulhem tanto as gera­ções actuais, como as vindouras. Chegámos a este ponto pois, como é hábito, "deixámos caminhar as coisas ao sa­bor dos acontecimentos, ao sabor das marés". Os perigos são cada vez mais eminentes, os aconteci­mentos recentes não nos permitem so­nhar tendo em conta que o centro da Europa se afasta mais de nós, em direcção ao oriente. Este é, sem dúvida, o resultado por, ao longo destes últimos anos, ter­mos descurado o ENSINO, a CULTURA e no fundo a EDU­CAÇÃO de um POVO que
di­ficilmente " se vai da lei da morte libertando".
(Janeiro de 2004)   

segunda-feira, 10 de junho de 2013

PARABÉNS PROF.DR. DOMINGOS BUCHO



Neste dia, em que não se comemora o Dia da Portugalidade mas sim o da "troikalidade", gostei de ter visto um concidadão, um "Lagóia", o Professor Doutor Domingos Bucho, ter sido agraciado com a Ordem de Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique;

MESMO AGORA CHEGOU E...


ESTOU EM CRER QUE JÁ SE RESPIRAVA ESSE AR NO DIA 19 DE MAIO DE 2013

DIÁLOGO ENTRE O PR E O PM


10 DE JUNHO DE 2013

- Como é que vamos conseguir calar estes tipos? 
- Estou a pensar em lhes aplicar mais impostos, em lhes reduzir as regalias sociais, em aconselhá-los a emigrarem, já que não posso aplicar-lhes as medidas de outros tempos como aquelas de os mandar para o Tarrafal ou Peniche.
- E por que não os mandamos todos para o Alentejo, agora que a agricultura está melhor do que há 30 anos, segundo as estatísticas?
- Acha mesmo sr. presidente? Vou perguntar à Troika se me dá autorização para fazer isso.
- Faça, faça,  pois tem o meu "aval".